Atuação

• Coordenador do Serviço de Neurocirurgia e Neurologia do Hospital Unimed BH • Neurocirurgião do Biocor Instituto, Belo Horizonte, MG Membro Titular da Academia Mineira de Medicina • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia • Membro do Congresso of Neurological Surgeons • Mestrado e Doutorado em Cirurgia pela UFMG

Especialidades

• Malformação • Artério Venosa • Aneurisma Cerebral • Cirurgia de Bypass • Revascularização Cerebral • Cirurgia de Carótida • Tumores Cerebrais • Descompressão Neurovascular • Doença de Moya-Moya Tumores da Base do Crânio Doppler Transcraniano

Contato

Alameda da Serra 400 / 404 - Nova Lima - MG (31)3264-9590 • (31) 3264-9387 jrasomd@yahoo.com.br

Iguais até na Cola




Nesses tempos de clamor pela igualdade de gênero, surge um estudo interessante publicado em maio deste ano na revista American Journal of Pharmaceutical Education, comparando a cola e outros comportamentos correlatos entre estudantes de ambos os sexos.
O objetivo dos autores (Eric J. IP; Jai Pal; Shadi Doroudgar; Monica K. Bidwal, e Bijal Shah-Manek) era determinar se havia diferença no comportamento desonesto de estudantes de Farmácia no nordeste da Califórnia, nos Estados Unidos.
Foram enviados questionários para 560 alunos, 192 homens e 369 mulheres, com 45 itens. Sessenta por cento dos alunos responderam adequadamente, sendo 115 homens e 215 mulheres.
Os autores pretendiam observar o comportamento de alunos que talvez explicasse a realidade da prática da profissão de farmacêutico nos Estados Unidos. O Conselho Regional de Farmácia da Califórnia, nos anos de 2015 e 2016, reportaram que, mais do que as mulheres, os farmacêuticos homens tinham maior probabilidade de ter suas licenças profissionais cassadas ou ser punidos por comportamento profissional antiético. Isso incluía roubo de medicamentos, negligência e falsificações de prescrições médicas. Além disso, também os homens se envolviam mais em consumo de drogas ou álcool, desvio de conduta sexual, fraudes financeiras e sonegação.
Deve-se notar que a maioria dos profissionais de farmácia na Califórnia são do sexo feminino, o que reforçaria ainda mais a diferença.
Após análise estatística dos resultados entre os alunos, os autores concluíram que não houve diferença significativa entre homens e mulheres que admitiam ter colado ou se envolvido em comportamento escolar desonesto.
Entretanto, quando perguntados se haviam visto alguém colando, as mulheres, mais do que os homens afirmaram que sim.
Apesar das limitações desse estudo, essas informações mostram que, no período da faculdade, não há diferença de gênero no comportamento desonesto.
Resta saber o que faz os homens se desviarem tanto quando no exercício da profissão.







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O supremo descaso com a saúde... dos outros


No último dia 30 de novembro, o Supremo Tribunal Federal validou o programa  Mais Médicos, criado no governo Dilma, com o intuito  de melhorar a saúde pública brasileira.
A Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina questionavam principalmente dois pontos do programa que são escandalosos: primeiro, para o médico estrangeiro participante do programa não há necessidade de validação do diploma. A revalidação é uma prova aplicada pelos conselhos regionais de medicina para avaliar os conhecimentos médicos de estrangeiros; segundo,  os médicos cubanos participantes do programa ganham bem menos do que seus pares.
Em seu voto, o relator do processo, o decano Marco Aurélio de Mello, interpretou que a dispensa da necessidade de revalidação coloca em risco a saúde da população. Quanto ao pagamento menor aos médicos cubanos, o ministro também foi contra, afirmando que isso violaria a dignidade desses profissionais.
Infelizmente, apenas a ministra Rosa Weber acompanhou o voto de Marco Aurélio. Seis outros ministros votaram contra o relator, ou seja, a favor do Mais Médicos, sem modificações. Foram eles:  Alexandre Moraes, Édson Fachin, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Carmem Lúcia. O placar foi folgado, 6 a 2.
Essa votação encerra os questionamentos das entidades médicas cuja preocupação maior não repousa apenas na ineficácia do programa para a solução de problemas da saúde pública, mas também pelo risco potencial para aquela parcela da população menos favorecida.
O governo atual herdou a nefasta política pública dos governos anteriores. A solução proposta é arriscada: importar médicos, sem se importar com a qualidade. Ao lado dessa medida, a abertura indiscriminada de faculdades de medicina, cuja intenção é  facilitar o acesso da população aos médicos. Não se pensou em nenhum momento que a formação de um profissional da saúde é longa, sacrificada e exige não apenas infraestrutura das escolas, mas um corpo docente de qualidade.
Mais médicos não significa mais medicina. A carência de enfermeiras e técnicos de enfermagem é muito mais crítica do que a de médicos. O programa também não resolve a grave lista de espera por cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) . Tampouco se preocupou com o fechamento de leitos para o SUS, nem com a falta de vagas em CTI e outros pontos importantes que precisam de urgência ainda maior do que o aumento do número de médicos.
Na contramão do governo, a medicina privada hoje tem, como seu principal desafio, a busca pela qualidade da assistência. As melhores instituições do país pagam para ser auditadas em busca de selos de qualidade que a diferenciam pela segurança oferecida aos pacientes. O gerenciamento de um corpo clínico e dos profissionais da sáude, devidamente qualificados, é condição primeira para essa busca.
Nesse aspecto, os ministros que votaram a favor do Mais Médicos não precisam se preocupar. Afinal, eles não precisam do SUS. Se necessitarem de uma consulta, de um exame ou de uma internação, sabem a quem recorrer. Serão atendidos por médicos com títulos de especialistas,  devidamente registrados nos conselhos regionais de medicina e  que trabalham em instituições com selos de qualidade.
Já para os demais brasileiros que não têm a mesma sorte, uma consultinha com um médico cubano, que saiba ou não medicina, está de bom tamanho.







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Sete passos simples para a saúde do cérebro


A American Heart Association e a American Stroke Association, entidades dedicadas ao estudo das doenças cardíacas e cerebrovasculares, publicaram, na conceituada revista Stroke, um aconselhamento sobre a saúde do cérebro.
O aconselhamento, chamado de “os sete simples da vida”, em tradução literal (Life´s simple 7), elenca sete passos já recomendados para a saúde cardiovascular e que também podem prevenir a demência relacionada ao AVC, demências vasculares e Alzheimer.
Estas entidades se basearam em pesquisas médicas que, de modo convincente, demonstraram que os mesmos fatores que causam a aterosclerose contribuem para o desenvolvimento de demências relacionadas a doenças cerebrovasculares e mesmo o Alzheimer.
Seguindo os sete passos propostos, as pessoas podem não só prevenir ataques cardíacos e o AVC, como também proporcionar melhor funcionamento do cérebro.
A maior parte dos sete passos incluem mudanças de hábito, ou seja, dependem da própria pessoa. São eles:
1.    Não fumar
2.    Fazer atividade física
3.    Perder peso e/ou manter o índice de massa corporal abaixo de 25kg/m2
4.    Ter uma dieta saudável
5.    Controle da pressão arterial (120/80 mmhg)
6.    Controle do colesterol (<200 mg/dL)
7.    Controle da Glicose no sangue (<100 mg/dL)
O índice de massa corporal (IMC) pode ser calculado a partir do peso e altura. A recomendação da OMS é que o IMC fique entre 18,5 e 25 Kg/m2. Esse indicador isolado não determina se você está acima ou abaixo do peso ideal. Outros fatores como idade, gênero e condicionamento físico devem ser levados em consideração.
Em crônicas anteriores, falamos sobre a Mind diet, um tipo de dieta que pode prevenir doenças degenerativas do cérebro. Ela inclui o uso regular de grãos integrais, vegetais de folhas verdes, nozes, feijão, aves, frutos silvestres (mirtilo, groselha) e peixe. Na composição da dieta ideal para o cérebro, deve-se também levar em consideração os alimentos que devem ser evitados como a carne vermelha, manteiga e margarina, queijos gordurosos, doces, frituras e fast food.
Para saber sobre sua pressão arterial e os níveis de colesterol e glicose, vale a pena consultar um médico clínico. Felizmente, há tratamento eficaz caso haja alterações nesses exames.

Até lá, você pode e deve trilhar o caminho que leva à boa saúde do seu cérebro, começando pelos quatro primeiros passos.






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A Saúde de Temer



“0 corpo dos médicos se crítica mais do que se protege e devido a isto é indispensável para proteger o povo contra suas próprias ilusões e os charlatães mistificadores.
CABANIS, Du degré de certitude de la medecine.

Infelizmente, os noticiários só dão conta das manobras políticas e maracutaias que o nosso presidente interino, Michel Temer, emprega para se manter no poder.
O maior desastre de seu governo, entretanto, passa desapercebido pela grande imprensa: sua atuação na área de saúde. Uma das facetas dessa administração perversa é a abertura desenfreada de escolas médicas, sob o pretexto de melhorar a qualidade da medicina pública, aumentando a quantidade de médicos no mercado.
Enquanto o Brasil observava com indiferença o resultado da votação na Câmara dos Deputados, o governo brasileiro acionava, mais uma vez, a caneta que mata: decretou a abertura de mais onze cursos de medicina no sul e sudeste do Brasil. As cidades contempladas foram: Angra dos Reis, no Rio de Janeiro; Araras, Guarulhos, Mauá, Osasco, Rio Claro e São Bernardo, em São Paulo; Campo Mourão e Pato Branco, no Paraná e Novo Hamburgo e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. 
O presidente afirmou que estava "destravando pendências" de 2014. Talvez quisesse dizer que o projeto “mais médicos” não é obra de seu governo, mas, ao dar continuidade a essa insensatez, ele também entrará para a história como um dos grandes responsáveis pelo agravamento da já precária saúde pública brasileira.
A abertura de escolas médicas, a grande maioria privadas, sob o pretexto de resolver o problema de saúde pública é uma falácia. Isso já aconteceu em outros países com resultados desastrosos.
 Em 1791, por exemplo, o governo que comandou a revolução francesa decretou o fechamento das Universidades e liberou os cidadãos para a prática e ensino da medicina. Nada de exames, nada de títulos que comprovassem competência. Bastava ao interessado obter de seu município um certificado de civismo e de probidade. Com a profusão de médicos com formação sem controle das entidades médicas, o desastre não demorou a acontecer. Michel Foucault descreve, em seu livro O Nascimento da Clínica, as consequências desta política equivocada:
O público é vítima de uma multidão de indivíduos pouco instruídos que, por sua autoridade, se erigem em mestres da arte, distribuem remédios ao acaso e comprometem a existência de vários milhares de cidadãos (...) Por toda parte, pedem-se instâncias de controle e uma nova legislação. (...) Quantos ignorantes assassinos não inundariam a França, se autorizassem os médicos, cirurgiões e farmacêuticos de segunda e terceira classes a praticar suas profissões respectivas sem um novo exame (,,.)  e sobretudo nesta sociedade homicida onde  se encontram os charlatães mais acreditados, mais perigosos.
A funesta experiência da revolução francesa na área da saúde terminou com a volta das Universidades ao controle das entidades médicas. 
O Brasil, na contramão dos pareceres do Conselho Federal de Medicina (CFM), é hoje o país com mais faculdades de medicina no mundo. Além destes onze cursos abertos, agora já são mais de 257 cursos, sendo que apenas 170 deles são reconhecidos pelo CFM. Até o final de 2018, o número de novos estudantes deve pular para 27 mil ao ano, de acordo com a Lei do Mais Médicos. Isso, na prática, é o mesmo que liberar o ensino sem lastro de qualidade, como aconteceu na revolução francesa.
O lado sombrio desses atos do governo é que os governantes nada sofrem com as medidas. Aos 76 anos de idade, com aparente boa saúde, Michel Temer deve viver para ver as consequências dos atos rabiscados com sua caneta assassina: milhares de médicos, com formação precária pelas faculdades que ele autorizou, estarão brigando por um local de trabalho e pela própria sobrevivência, sem se preocuparem com a qualidade da medicina oferecida.

Ao contrário dos brasileiros carentes, Michel Temer não precisará desses médicos. Afinal, certamente terá malas de dinheiro para pagar àqueles profissionais formados em escolas decentes e com qualificação adequada.  





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Saúde, Vida Longa e Morte Súbita



Locais de venda:

 Livraria Leitura
Shopping Pátio Savassi
Lojas 235 e 236
Av. do Contorno 6061, Funcionários, Belo Horizonte
Fone (31) 3288-3800


Av. Alfredo Balena, 190 - Belo Horizonte 30130-100 Brasil
Fone:(31) 3273-1955 - Fax:(31) 3226-7955

www.coopmed.com.br





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A doença da celebridade e do cidadão comum


Hoje, em algum pronto atendimento do país, uma senhora de 65 anos está sendo atendida por um neurocirurgião. Ela teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico por ruptura de um aneurisma cerebral. Trata-se de uma doença grave, e o neurocirurgião sabe de antemão que, apesar de todos os tratamentos instituídos da melhor forma possível, a possibilidade dessa paciente morrer ou ficar com sequelas é grande.
Apesar da gravidade, não é um evento excepcional. Todo o empenho do neurocirurgião se concentra no tratamento do aneurisma e na prevenção de complicações próprias desse tipo de hemorragia. Exige cuidados intensivos por tempo prolongado, que pode se estender por duas ou três semanas, se não mais. 
A mesma doença em uma celebridade não terá evolução diferente daquela do cidadão comum. Entretanto, todos os envolvidos no tratamento se veem expostos ao furor da mídia, ávida por notícias. Nesse turbulento ambiente, uma preocupação a mais passa a fazer parte do trabalho médico: a preservação da privacidade do paciente e de seus familiares.
Marisa Letícia, falecida esposa de Lula, foi vítima de AVC e da exposição indevida de seus exames nas redes sociais.
O tratamento do AVC não é trabalho de uma pessoa, mas de uma equipe multidisciplinar: emergencistas, intensivistas, neurorradiologistas, neurocirurgiões, clínicos, enfermeiras, fisioterapeutas, psicólogos. Exige do hospital uma sofisticada infraestrutura, além de um corpo clínico treinado no tratamento e reabilitação do paciente.  Além da capacitação técnica, todos os envolvidos no tratamento de qualquer paciente sabem e praticam o sigilo profissional.
Nos tempos atuais, as pessoas estão acometidas de uma doença peculiar, a que chamei em outra crônica de Jornalite: a imperiosa compulsão de divulgar pelos canais sociais tudo o que parece notícia. Isso inclui fotos de pacientes, de seus exames e de opiniões sobre todo e qualquer assunto, de qualquer área de conhecimento.
Em um passado não muito distante, as celebridades sofriam com a invasão e inconveniência dos paparazzi. Hoje, qualquer um de nós está exposto ao furor das pessoas munidas de celular e de uma incontrolável necessidade de registrar e divulgar fotos e filmes nas redes sociais.  
Pelo menos no ambiente médico essa praga deve ser combatida. Qualquer pessoa, celebridade ou não, tem o direito à privacidade, que faz bem à saúde.
No caso de celebridades, entretanto, é necessária a divulgação de boletins médicos, redigidos com o cuidado de bem informar. Ávidas de informações, as pessoas devem obtê-las de fonte segura, evitando-se assim os costumeiros boatos e deturpações das notícias.
Outro bom serviço que a imprensa pode prestar nessas ocasiões é o esclarecimento sobre a doença em foco. No caso de Dona Marisa, por exemplo, foi uma boa oportunidade para educar as pessoas sobre o AVC: seus tipos, suas causas, a importância do diagnóstico e tratamento precoces e, sobretudo, a prevenção.  
Uma boa prática seria essa: trocar a invasão de privacidade e o sensacionalismo pela difusão de conhecimento. 

Assim, a pauta dos jornais voltaria a ser educativa, em vez de se debruçar, como de costume, nas atrocidades e barbaridades do mundo afora. 




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Aumento de casos de AVC em jovens


Os fatores de risco para o acidente vascular cerebral, o derrame, são praticamente os mesmos do infarto do miocárdio: hipertensão arterial, tabagismo, obesidade, sedentarismo, diabetes e taxas elevadas de colesterol.
Isso representa uma vantagem, uma vez que medidas preventivas são eficazes para combater duas doenças relacionadas à morte precoce ou diminuição da qualidade de vida.
Ao longo do tempo, notadamente na segunda metade do século passado, o conhecimento desses fatores de risco para as doenças cerebrovasculares foi o grande responsável pela diminuição progressiva dos casos de acidente vascular cerebral ao longo dos anos.
Entretanto, essa tendência está se revertendo agora e por uma razão preocupante: o aumento de casos de AVC em jovens.
Estudo publicado no Journal of the American Heart Association de novembro de 2016 mostra que persiste o declínio de AVC em pessoas acima de 55 anos. Já os casos entre pessoas de 35 a 39 anos mais do que dobraram. 
Os pesquisadores concordam que a tendência se deva a fatores ligados ao estilo de vida. A geração dos baby boomers, nascidos entre 1945 e 1954, aprendeu a lição e passou a controlar melhor os fatores de risco, dentre eles o cigarro. Essa geração também escapou do excesso de consumo de açúcar e da epidemia de obesidade e diabetes.
A geração seguinte não seguiu o mesmo caminho. É alta a incidência de obesidade e sedentarismo em pessoas com idade inferior a 40 anos.
Some-se a isso o uso de pílula anticoncepcional que também é fator de risco conhecido sendo considerado um dos responsáveis pelo aumento de AVC em mulheres jovens.
A mensagem deste estudo é bem clara: desde jovens, as pessoas precisam investir na prevenção das doenças cardiovasculares e mantê-la por toda a vida.
Não fumar, controlar o peso, fazer atividade física regular e ter uma dieta adequada são passos fundamentais na prevenção.
Isso envolve o remédio mais difícil de tomar, mas o mais eficaz: mudança de hábito.
Além disso, tomar medicamentos para controle da hipertensão arterial e os níveis de colesterol, quando necessários, complementam a estratégia para se reverter essa tendência de aumento dos casos de AVC.

Nunca é demais lembrar que, na economia de saúde, investir em prevenção é sempre um bom negócio. 




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