Atuação

• Coordenador do Serviço de Neurocirurgia e Neurologia do Hospital Unimed BH • Neurocirurgião do Biocor Instituto, Belo Horizonte, MG Membro Titular da Academia Mineira de Medicina • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia • Membro do Congresso of Neurological Surgeons • Mestrado e Doutorado em Cirurgia pela UFMG

Especialidades

• Malformação • Artério Venosa • Aneurisma Cerebral • Cirurgia de Bypass • Revascularização Cerebral • Cirurgia de Carótida • Tumores Cerebrais • Descompressão Neurovascular • Doença de Moya-Moya Tumores da Base do Crânio Doppler Transcraniano

Contato

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A morte de Rita Lee

 



Uma vez me perguntaram se eu gostava de rock e eu, açodadamente disse que não. Afinal, prefiro clássica e MPB.
Mas a morte de Rita Lee me mostrou que minha resposta sempre foi  equivocada. Adoro rock, pois sou fã incondicional de Rita Lee.

Nunca havia feito a relação de que sendo fã da Rita Lee, eu gostava de rock. Melhor ainda, de rock bem brasileiro. 
Sempre gostei dela, não só pela irreverência e humor, mas sobretudo pelas músicas. 

Em sua música Saúde, composta com seu parceiro, Roberto de Carvalho ela diz que “enquanto estou viva e cheia de graça
Talvez ainda faça um monte de gente feliz”. Eu estou no meio desse monte de gente.

Ouvir Rita Lee, me deixa feliz.

Em meu livro, Saúde, Vida Longa e Morte Súbita, lançado em 2017,  presto uma singela homenagem a ela. Transcrevo:


Ritalina 

No início de minha carreira atendia crianças. Um dia estava atendendo um menino e, como acontece com quem atende menino, a gente acaba mesmo atendendo à mãe. Ela já chegou com o diagnóstico, o que é sempre terrível.

-Meu filho é hiperativo. Tem déficit de atenção.

O diabo do menino, melhor dizendo, o anjinho não parava quieto. Vai que a mãe está certa, pensei.

Pior ainda é que esta mãe chegou também já prescrevendo o tratamento:

-Acho que ele precisa de Ritalina.

Depois de muito examinar a criança e ouvir sobre suas travessuras, diagnostiquei que estávamos diante de um artista. E sugeri uma prescrição diferente.

-Ao invés de Ritalina, que tal Rita Lee?

Arte cura artista. Arte irreverente cura mais. Mas a irreverente prescrição não deve ter sido seguida. A mãe deve ter procurado outro médico que concordasse com seu diagnóstico.

 

 


 

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Posted by Jair Raso 0 comentários »